Há um ano, nem isso, a Europa assistia excitadíssima às eleições nos EUA. Bush era um perigo, Kerry a salvação. A esquerda europeia andava tão preocupada com o fim do mundo que aí vinha (lembra-se, dr. Soares?) que perguntava, insistentemente, porque não podia votar naquelas eleições. Lembro-me, aliás, de uma discussão acesa com o Paulo Baldaia, nas três linhas que ele escreveu na blogosfera.
O que é interessante observar é que, dessa mesma esquerda (não é dr. Soares?) não se ouve ninguém, agora, a pedir por favor, para votar também na Alemanha onde se joga muito mais do nosso futuro do que acontecia, há um ano, do outro lado do Atlântico. Por lá, como se lembram, Bush venceu de novo - e o mundo ainda não acabou, a economia continua a florescer (apesar dos pesares) e a oposição democrata continua à procura de rumo. Por lá, o que aconteceu foi um furacão, mas de causas naturais, um furacão que a nossa esquerda tenta usar para mostrar à saciedade que, afinal, tinha razão.
Pois, meus amigos, do lado de cá do continente, no próximo domingo, os alemães vão decidir o que querem do seu futuro. Escolhem entre Schröder e Merkel, num país onde qualquer dos dois lados da barricada já percebeu que o único caminho é o de refazer o modelo social europeu. E eu sempre gostava de saber o que é que a nossa esquerda modernaça (não é dr. Soares?) pensa sobre o assunto. Isso gostava.
16 setembro 2005
Ele Gama
O Presidente da Assembleia da República resolveu aceitar a versão socialista sobre a nova divisão das legislaturas e sessões legislativas. Aprendemos hoje que, a partir daqui, quando a AR é dissolvida a meio de uma legislatura, há uma sessão que pertence à legislatura anterior, embora estejamos já no início da outra. É o chamado buraco negro.
Mas com a decisão de hoje aprendemos ainda duas coisas:
1. Que os meios, para os socialistas, são menos importantes que os fins.
2. Que o 'peixe de águas profundas' perdeu a primeira oportunidade para causar uma primeira impressão. Pelos vistos, António Guterres só usava esta expressão na Assembleia da República e não no Conselho de Ministros. O que explica muita coisa.
Mas com a decisão de hoje aprendemos ainda duas coisas:
1. Que os meios, para os socialistas, são menos importantes que os fins.
2. Que o 'peixe de águas profundas' perdeu a primeira oportunidade para causar uma primeira impressão. Pelos vistos, António Guterres só usava esta expressão na Assembleia da República e não no Conselho de Ministros. O que explica muita coisa.
O grande ordinário
Tenho a certeza, mesmo a certeza, que o Carrilho só não cumprimentou o Carmona no final do debate de ontem porque é um gentleman. Se olharmos bem para as imagens, vemos que o filófoso espirrou segundos antes e, como educado que é, pôs a mão à frente da cara. Agora digam lá se era de bom tom estender a mão ao homem....
15 setembro 2005
Competência
Há, neste ataque súbito da oposição à nomeação de Guilherme d'Oliveira Martins para o Tribunal de Contas, uma enorme hipocrisia.
Primeiro, não há quem não lhe reconheça seriedade e profissionalismo;
Depois, não há quem se lembre que o deputado é - apesar dos pesares - independente. Se nunca se filiou no PS é porque nunca o quis e isso deve contar para alguma coisa;
Terceiro, o mesmo GOM foi nomeado - imaginem - por um Governo de direita para uma das mais importantes instituições públicas de Cultura do país.
Em resumo, o que a direita está a dizer agora - depois de um enorme silêncio quando Armando Vara e Fernando Gomes foram designados para belos empregos públicos - é que Oliveira Martins é um "boy" socialista, dois anos depois de nomearem esse mesmo "boy" socialista para um outro cargo público. Pois. Para trunfo de isenção serve, já para nomeação socialista nem pensar.
Quando a oposição e o Governo aprenderem que as nomeações se devem fazer por critérios de competência, talvez o país começe a andar para a frente. Digo eu.
Primeiro, não há quem não lhe reconheça seriedade e profissionalismo;
Depois, não há quem se lembre que o deputado é - apesar dos pesares - independente. Se nunca se filiou no PS é porque nunca o quis e isso deve contar para alguma coisa;
Terceiro, o mesmo GOM foi nomeado - imaginem - por um Governo de direita para uma das mais importantes instituições públicas de Cultura do país.
Em resumo, o que a direita está a dizer agora - depois de um enorme silêncio quando Armando Vara e Fernando Gomes foram designados para belos empregos públicos - é que Oliveira Martins é um "boy" socialista, dois anos depois de nomearem esse mesmo "boy" socialista para um outro cargo público. Pois. Para trunfo de isenção serve, já para nomeação socialista nem pensar.
Quando a oposição e o Governo aprenderem que as nomeações se devem fazer por critérios de competência, talvez o país começe a andar para a frente. Digo eu.
Este blog está louco
Como os meus caros amigos já devem ter percebido, tivémos de mudar o formato do blog. A infoexclusão tem destas coisas: de repetente a coluna dos links escondeu-se e fomos obrigados a alterar tudo. Uma desgraça. Prometemos repor os links correctos ainda hoje. O que não prometemos é ficar cinzentos durante muito tempo. Com paciência, acabaremos por descobrir qualquer coisa mais animada.
As desculpas da gerência.
As desculpas da gerência.
Pedido de ajuda
Se alguma alma caridosa souber como raio podemos recuperar a sidebar, que, por alguma razão ficou presa no fundo desta página, a gerência agradece que nos diga. Obrigado.
Opinião do dia
1. O editorial de José Manuel Fernandes, hoje no Público, sobre o despudor do PS em mudar as regras para impor o seu referendo ao aborto. Não é novo - eu já o escrevi - mas vem em bom tempo. Quem se lembra da "ditadura da maioria"?
2. Também em editorial, mas no DN, João Morgado Fernandes sobre as nomeações. Ataca à esquerda, como já atacou à direita. Um bom sinal, prova de independência. Mas, aqui, merecerá novo post. Já lá vou.
3. O artigo de Óscar Gaspar, economista, defendendo o seu primeiro-ministro no Jornal de Negócios contra o que já escreveu (no Quarta República) Miguel Frasquilho. É sobre os 0,5% de crescimento do PIB no segundo trimestre. Vale a pena ler, mesmo que o artigo seja bem menos optimista do que ouvimos da boca de José Sócrates. É caso para dizer que existe - ainda - algum bom-senso em S. Bento.
2. Também em editorial, mas no DN, João Morgado Fernandes sobre as nomeações. Ataca à esquerda, como já atacou à direita. Um bom sinal, prova de independência. Mas, aqui, merecerá novo post. Já lá vou.
3. O artigo de Óscar Gaspar, economista, defendendo o seu primeiro-ministro no Jornal de Negócios contra o que já escreveu (no Quarta República) Miguel Frasquilho. É sobre os 0,5% de crescimento do PIB no segundo trimestre. Vale a pena ler, mesmo que o artigo seja bem menos optimista do que ouvimos da boca de José Sócrates. É caso para dizer que existe - ainda - algum bom-senso em S. Bento.
14 setembro 2005
Mulheres (Maridos) dos militares vão manifestar-se
"PROTESTO PASSA PARA CÔNJUGES.
Os militares vão recorrer aos seus cônjuges para convocar uma manifestação no próximo dia 21, de forma a contornar o argumento apresentado pelo Governo Civil de Lisboa e o Tribunal Administrativo e Fiscal, de que as associações militares não têm direito de convocar protestos. Desta forma, os profissionais esperam ver assim aprovada a sua possibilidade de manifestarem o seu descontentamento e indignação pelas medidas de austeridade anunciadas pelo Governo. Isto depois de virem recusadas por três vezes o seu pedido de protesto. " CM 14092005
Isto pressupõe a concordância das criaturas? Ou os militares recorrendo ao seu costumeiro e desfasado sentido de autoridade ordenaram aos seus cônjuges a presença na dita manifestação?Como diria Astérix "estes romanos são loucos". Alberto João poderia bem aplicar o seu célebre "isto tá tudo grosso" aos militares. Viva a nossa república das bananas.
Os militares vão recorrer aos seus cônjuges para convocar uma manifestação no próximo dia 21, de forma a contornar o argumento apresentado pelo Governo Civil de Lisboa e o Tribunal Administrativo e Fiscal, de que as associações militares não têm direito de convocar protestos. Desta forma, os profissionais esperam ver assim aprovada a sua possibilidade de manifestarem o seu descontentamento e indignação pelas medidas de austeridade anunciadas pelo Governo. Isto depois de virem recusadas por três vezes o seu pedido de protesto. " CM 14092005
Isto pressupõe a concordância das criaturas? Ou os militares recorrendo ao seu costumeiro e desfasado sentido de autoridade ordenaram aos seus cônjuges a presença na dita manifestação?Como diria Astérix "estes romanos são loucos". Alberto João poderia bem aplicar o seu célebre "isto tá tudo grosso" aos militares. Viva a nossa república das bananas.
Sobre...Mesa

Esta mulher é única. Tem o umbigo mais bonito de todos vocalistas de bandas portuguesas (pensando melhor..., não o do Tim dos Xutos é também mais feio). Chama-se Mónica Ferraz e tem 25 anos. É vocalista dos Mesa, grupo que lançou ontem o seu 2º album. Depois de "Mesa" surgiu agora "Vitamina". Com igual pujança e com a energia única que as músicas de João Coimbra e a voz da pequena conseguem ter. Espero que não se percam. Deram um concerto bom ontem no Lux. E "O Insubmisso" esteve lá em peso...a vibrar com o umbigo da gaiata.
Boas memórias da noite do Lux, pena é o cretino sentido de oportunidade do jornalista (seria?) da SIC que andava lá a recolher depoimentos, e a fazer perguntas tão idiotas quanto "Qual a coisa mais arrojada que fez em cima de uma mesa?".
13 setembro 2005
Cavaco e o anúncio da candidatura

Porque é que Cavaco vai anunciar a sua candidatura depois das autárquicas e antes do OE? assim o afirma o DE na sua edição de hoje!
Parece-me óbvio que seja depois das autárquicas. Cavaco não pode entrar no debate das autárquicas, particularmente no momento do seu partido, em que Marques Mendes decidiu pôr ordem na casa contra os seus (partido) interesses mais primários e comprou guerras por todo o lado. Cavaco não pode ser chamuscado por isso.
Agora antes do OE?! Não consigo compreender. Passo a explicar. Cavaco é economista e é-lhe reconhecida uma reputação pragmática e inflexivel nesse campo, capaz de se manifestar relativamente às opções políticas independentemente do governo em exercício. Do ponto de vista do património político da sua candidatura presidencial, esse tem que ser um valor a puxar durante a delimitação do campo político na batalha presidencial. A sua força, certeza e superioridade nesses domínios conseguem facilmente encostar a um canto qualquer dos outros candidatos (mesmo tendo em conta o sempre difícil Garcia Pereira).
Ora o OE, pela sua mais que provável destrambelhice, daria a Cavaco o ângulo certo para iniciar a sua campanha, marcar o arranque e ir buscar votos quer à direita como à esquerda. Ao prescindir desse trunfo (arrancar por último e falando em primeiro lugar de um tópico vital para o país dentro da sua área de conhecimento), deixando-se misturar com todos os outros candidatos sobre o tópico (porque manifestamente o anúncio de Cavaco vai marcar a agenda política e à sua volta durante esses 2-3 dias vai ser terra queimada) vai perder a dianteira na captação de pontos à esquerda, espaço onde Cavaco tem que ir buscar algumas centenas de milhares de votos, vai ficar em desvantagem estratégica.
Posso aceitar a opção apresentada no DE, mas não consigo compreender. Se alguém me ajudar a descodificar isto a gerência agradece. Fiquem bem
Entre Ruben de Carvalho e Sá Fernandes venha o diabo e escolha...
A SIC Notícias tem estado a apresentar uma série de debates com os candidatos à CM de Lisboa.
Fica já esclarecido que não votarei em nenhum dos acima mencionados.
Todavia até há 2 dias atrás achava piada ao jeito desengonçado de Sá Fernandes (SF). Tinha aquele ar de D. Quixote que lutava contra todos os moinhos de vento que lhe apareciam. A única coisa que destoava nestas suas intervenções era quando aparecia com o Sancho Pança ao lado (leia-se Fernando Rosas).
Manteve para mim, até ontem, aquele ar de eterno romântico lutador de grandes causas, que, qual Indiana Jones, se aventurava por terrenos inóspitos para derrotar as forças mais ocultas do Universo, estatal, neste caso. Era o destemido que, de peito feito, enfrentava adversários "Golíacos" (não sei se existe a expressão). E manteve essa imagem durante os confrontos à direita, como o pessoal do BE gosta de afirmar.
Ontem, no debate com Ruben de Carvalho, viu-se a "cara da besta". O confronto no mesmo território ideológico provoca mais danos que os confrontos na diferença. E aquilo que observámos ontem foi um Sá Fernandes ideologicamente convertido ao ideário relativista, trauliteiro e inconsequente do Xico Louçã. Ao afirmar disparates em catadupa e atropelando as suas próprias ideias por outras impingidas pelo Comité Central do BE (que não se chama CC porque seria contra a natureza relativista do partido) assistimos à queda de um mito.
Afinal o rei vai nú e aquela insinuação mesquinha sobre António Abreu só veio demonstrar que Sá Fernandes afinal não é romântico: é tão ordinário no debate político como os outros bloquistas.
Ruben de Carvalho mostrou porque é candidato. Os comunistas preparam-se bem, são consequentes e coerentes e consistentes. Podemos não partilhar as suas ideias, mas temos de reconhecer que conhecem os problemas a fundo e estão preparados para os debater de forma quase séria. Venha o diabo e escolha...mas sinceramente o SF não me vai merecer mais um pensamento.
Fica já esclarecido que não votarei em nenhum dos acima mencionados.
Todavia até há 2 dias atrás achava piada ao jeito desengonçado de Sá Fernandes (SF). Tinha aquele ar de D. Quixote que lutava contra todos os moinhos de vento que lhe apareciam. A única coisa que destoava nestas suas intervenções era quando aparecia com o Sancho Pança ao lado (leia-se Fernando Rosas).
Manteve para mim, até ontem, aquele ar de eterno romântico lutador de grandes causas, que, qual Indiana Jones, se aventurava por terrenos inóspitos para derrotar as forças mais ocultas do Universo, estatal, neste caso. Era o destemido que, de peito feito, enfrentava adversários "Golíacos" (não sei se existe a expressão). E manteve essa imagem durante os confrontos à direita, como o pessoal do BE gosta de afirmar.
Ontem, no debate com Ruben de Carvalho, viu-se a "cara da besta". O confronto no mesmo território ideológico provoca mais danos que os confrontos na diferença. E aquilo que observámos ontem foi um Sá Fernandes ideologicamente convertido ao ideário relativista, trauliteiro e inconsequente do Xico Louçã. Ao afirmar disparates em catadupa e atropelando as suas próprias ideias por outras impingidas pelo Comité Central do BE (que não se chama CC porque seria contra a natureza relativista do partido) assistimos à queda de um mito.
Afinal o rei vai nú e aquela insinuação mesquinha sobre António Abreu só veio demonstrar que Sá Fernandes afinal não é romântico: é tão ordinário no debate político como os outros bloquistas.
Ruben de Carvalho mostrou porque é candidato. Os comunistas preparam-se bem, são consequentes e coerentes e consistentes. Podemos não partilhar as suas ideias, mas temos de reconhecer que conhecem os problemas a fundo e estão preparados para os debater de forma quase séria. Venha o diabo e escolha...mas sinceramente o SF não me vai merecer mais um pensamento.
Barcelona parte II

Não é meu costume comentar comments a posts em sede de espaço de blog. Mas desta vez sou obrigado a fazê-lo.
Barcelona de facto marca-nos e não por qualquer característica específica de natureza material.
Barcelona é um espírito. É uma inspiração. É liberdade e contenção. É passado e futuro. É criação e vida. É vontade de viver. É energia. Positiva. É expansão. É caos e ordem. É ânsia de derrubar os nossos limites. É uma experiência interior de renovação. É encontrarmo-nos com a nossa essência sem que ninguém nos perturbe. É confrontarmo-nos com os nossos medos e com as nossas certezas.
É lógico que são as Ramblas, a Praça da Catalunha, o Bairro Gótico e o Parque Guell, a praia e o passeio marítimo, Gaudi e Miró.
Mas isso não é o mais importante. Importante é mesmo estar ao pé da Catedral a ver teatro de rua chileno. Sentarmo-nos na conversa à volta de uma caña com pessoas que não conhecemos e descobrirmos vidas interessantes que se apaixonaram pela cidade. É sentirmos a intensidade e o gosto com que as pessoas vivem, e fazem, e sonham e crescem. É a sensação de termos o mundo ao pé de nós.
Barcelona é assim pelas pessoas que lá passam, vivem ou viveram, e que com ela se misturaram. Nem todos os que lá passaram sentem o mesmo. Mas os que lá passam e querem voltar é porque adquiriram esse espirito. Eu quero voltar e sei que há mais pessoas que o pretendem fazer.
Pode ser que nos cruzemos por lá...quando as janelas se abrirem!
Porque muito mais do que Barcelona o que nos marca são as pessoas que por lá passam. Essas sim são as que valem a pena nesta vida! Fiquem bem!
12 setembro 2005
Sócrates e as escolas
"O primeiro-ministro, José Sócrates, congratulou-se hoje com a abertura "a tempo e horas e com tranquilidade" do ano escolar e sublinhou que as mudanças no primeiro ciclo do ensino básico serão uma das apostas políticas do Governo." Público, edição de 12.09.2005
Se só abriram 17,4% das escolas, o homem está a congratular-se do quê?
Será que ele já voltou do Quénia?
Se só abriram 17,4% das escolas, o homem está a congratular-se do quê?
Será que ele já voltou do Quénia?
Pedido à lagartagem
Pede-se encarecidamente que não utilizem o meu telemóvel como destinatário da seguinte mensagem "ninguém pára o benfica, ninguém pára o benfica ueeeeeeee"
Barcelona

Há cidades que nos marcam.
Que nos invadem.
Que nos deixam ansiosos cada vez que há promoções nos vôos das companhias aéreas para lá.
Barcelona é uma dessas cidades.
Na minha alma é um local de refúgio e revisita onde só cabem mais 2: Londres e Amesterdão.
Esqueçam o resto.
E pensar que é devido à Catalunha que nós devemos o nosso "sucesso" de 1640 e que é por isso que eles não são uma nação soberana.
Que desperdício!
Comentário pós-moderno sobre o SCP-SLB



Perdemos, pois perdemos.
Marcas de Sangue na Comuna com Leonor Seixas é uma boa peça.
O "Queijo Flamengo" mais uma vez errou na táctica.
Está provado que ele não sabe gerir o balneário.
Tiago Monteiro pontuou mais uma vez e faz história na Fórmula 1 e no automobilismo nacional.
Quem mete de início um italiano de 1,33 m com 90% da pele coberta de tatuagens em vez do Nuno Gomes é porque quer demolir o balneário.
Barcelona é provavelmente a melhor cidade da Península.
Vai ser inevitável ele sair se perder com os franceses e com o Leiria.
E isto não é derrotismo é realismo.
Dado o resultado deste fim-de-semana é legítimo pensar que Valentim Loureiro conseguiu voltar a pagar aos árbitros.
Vieira e Veiga nem se queixaram do árbitro porque não havia nada para queixar.
O Caterpillar Rocha brindou novamente a massa associativa com aquele seu jeito incomparável para fazer amizades dentro e fora do relvado e marcou o jogo. Note-se que eu não disse que a culpa do resultado é dele. Nem digo que se o Luisão não insistisse naquele seu corte de cabelo o Liedson não teria chegado à bola. Não, a culpa é do Benfica que não marcou.
Sócrates tem jeito para arrasar edificios.
11 setembro 2005
Promessa
Não vou dizer uma só palavra sobre o jogo de ontem a um só benfiquista.
Nem uma. Pelo menos hoje.
Nem uma. Pelo menos hoje.
09 setembro 2005
Mão cheia
Amanhã há derby!
Tenho um feeling que vão ser cinco ao Benfica. Mão cheia.
Estádio cheio, gritos a plenos pulmões, vibração a cada jogada.
Ninguém nos agarra!
Tenho um feeling que vão ser cinco ao Benfica. Mão cheia.
Estádio cheio, gritos a plenos pulmões, vibração a cada jogada.
Ninguém nos agarra!
Purgatório

O sr. Rogério Guimarães, eleitor das Caldas, pagou para que o Público de hoje fizesse eco das suas desculpas aos democratas. O coitado perdeu o seu tempo: não estamos propriamente num país de democratas. Assim sendo, que Deus o perdoe, ao menos. E, já agora, que a moda pegue. Pode ser que o Saramago faça um livro com o pretexto.
Do Insubmisso vai um abraço direitinho para o sr. Guimarães. E veja lá em quem vota nas autárquicas e presidenciais, sim?
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