Vale a pena estar atento ao início do texto retirado do blog ablasfemia:
A Opus Dei quer alterações ao filme "The Da Vinci Code" que se encontra em fase de pós-produção e cuja estreia está aprazada para o próximo dia 17 de Maio.Segundo essa controversa seita católica, a Sony Pictures deverá modificar cenas já acabadas do filme antes da sua estreia, visando evitar choques com os crentes (leia-se, com eles próprios).
Querem mais, vão lá ler.
16 fevereiro 2006
Pacheco e o Queijo
Sou novo na blogosfera, mas como já disse estou viciado. Agora, por exemplo, estou numa loja PT, no Rossio, a dar uma volta nos blogs. Tirei o dia para mim, ou seja estou de folga, e como andava a passear pela baixa lisboeta dei aqui um salto.
A Grande Loja anda há muito tempo às turras com o Abrupto. Sou obrigado a confessar, como se já não bastasse o que escrevi sobre o blog do Pacheco e o senhor propriamente dito, que me faz confusão vê-lo armado em polícia.
Tanto quanto sei, estes são dois dos blogs informativos com mais audiência e estes arrufos ainda os ajudam a crescer mais. É uma das leis do debate que Pacheco ainda não escreveu. Ficamos à espera.
Do que já aprendi sobre a blogosfera, muito pouco é claro, já deu para perceber que a ANARQUIA encontrou o seu espaço para triunfar. Nem pode ser de outra maneira. Anónimos ou assumidos, neste espaço infinito todos podem dizer o que querem. É claro que isto faz com que exista muita irresponsabilidade, muito aldrabice e muitos interesses escondidos. Mas também dá para aumentar o debate e o saber, para acrescentar humor à análise política, para tantas outras coisas boas.
O que quer afinal Pacheco Pereira? Alguém lhe pediu para ser o polícia e lhe entregou uma farda? Pensará Pacheco que todos os que circulam pela blogosfera, excepto ele é claro, são estúpidos e, por isso, não sabem avaliar cada um dos posts que lhes é dado a ler?
Pacheco utlizou esta táctica quando esteve a tempo inteiro na política e acabou por sair de lá para se dedicar a tempo inteiro à escrita, ao comentário e à blogosfera. Começo a acreditar que ele deixou de ser dirigente partidário porque os seus companheiros de partido, e dos restantes, deixaram de ter pachorra para ele. Isso é que Pacheco não aguenta. Ele quer que o ouçam e que o sigam.
Se a política partidária já não conta com Pacheco porque ele se cansou dos que não o ouvem, faltarão muitos anos para ele se cansar de ser o polícia cá do sitio? Para já, ele acumula esse estatuto com o poder de fazer leis (do Abrupto, é claro) para os debates na blogosfera. Espero não ter quebrado nenhum mandamento.
Avé, César!
A Grande Loja anda há muito tempo às turras com o Abrupto. Sou obrigado a confessar, como se já não bastasse o que escrevi sobre o blog do Pacheco e o senhor propriamente dito, que me faz confusão vê-lo armado em polícia.
Tanto quanto sei, estes são dois dos blogs informativos com mais audiência e estes arrufos ainda os ajudam a crescer mais. É uma das leis do debate que Pacheco ainda não escreveu. Ficamos à espera.
Do que já aprendi sobre a blogosfera, muito pouco é claro, já deu para perceber que a ANARQUIA encontrou o seu espaço para triunfar. Nem pode ser de outra maneira. Anónimos ou assumidos, neste espaço infinito todos podem dizer o que querem. É claro que isto faz com que exista muita irresponsabilidade, muito aldrabice e muitos interesses escondidos. Mas também dá para aumentar o debate e o saber, para acrescentar humor à análise política, para tantas outras coisas boas.
O que quer afinal Pacheco Pereira? Alguém lhe pediu para ser o polícia e lhe entregou uma farda? Pensará Pacheco que todos os que circulam pela blogosfera, excepto ele é claro, são estúpidos e, por isso, não sabem avaliar cada um dos posts que lhes é dado a ler?
Pacheco utlizou esta táctica quando esteve a tempo inteiro na política e acabou por sair de lá para se dedicar a tempo inteiro à escrita, ao comentário e à blogosfera. Começo a acreditar que ele deixou de ser dirigente partidário porque os seus companheiros de partido, e dos restantes, deixaram de ter pachorra para ele. Isso é que Pacheco não aguenta. Ele quer que o ouçam e que o sigam.
Se a política partidária já não conta com Pacheco porque ele se cansou dos que não o ouvem, faltarão muitos anos para ele se cansar de ser o polícia cá do sitio? Para já, ele acumula esse estatuto com o poder de fazer leis (do Abrupto, é claro) para os debates na blogosfera. Espero não ter quebrado nenhum mandamento.
Avé, César!
Desembucha Pacheco
O profeta há vários dias que promete apresentar-nos os dez mandamentos (chama-lhe leis) para os debates na blogosfera. Mas há vários dias que não passa do sexto mandamento. Dá assim tanto trabalho inventar as outras quatro? Têm mesmo de ser dez?
Jornalismo II
O Pedro Tadeu considera que a redacção é um local sagrado. Eu não acho, nem consigo olhar para o Tadeu como o senhor Padre. Mas que a tentativa do Ministério Público de atirar tudo para cima do tablóide dá que pensar, lá isso dá...
Jornalismo I
Lembram-se das manchetes sobre as suspeitas do Ministério Público de que Isabel Damasceno estava envolvida no Apito Dourado. Há hoje uma pequena notícia nos jornais a dizer que o processo foi arquivado porque não há o mínimo indício para a acusação. As suspeitas valem manchetes, a inocência uma pequena notícia sem chamada à capa.
Assim vamos nós jornalistas.
Assim vamos nós jornalistas.
15 fevereiro 2006
Muitas 24 Horas pela frente
Para quem acha que o que se passou hoje no 24 Horas, com a PêJota a entrar de rompante a obrigar todos os jornalistas a sentirem-se como criminosos, não foi nada, pensem só no seguinte:
Não perceberam que a caça às fontes dos jornalistas vai fazer das fontes uma espécie em vias de extinção?
O jornalismo e os jornalistas estão a precisar de se organizar. Também podemos continuar assim, com dois ou três patrões a porem e disporem dos periodistas, com jornalistas a escreverem tudo o que lhes apetece e a condenarem com isso toda a classe ao descrédito. Etc, etc, etc...
Não perceberam que a caça às fontes dos jornalistas vai fazer das fontes uma espécie em vias de extinção?
O jornalismo e os jornalistas estão a precisar de se organizar. Também podemos continuar assim, com dois ou três patrões a porem e disporem dos periodistas, com jornalistas a escreverem tudo o que lhes apetece e a condenarem com isso toda a classe ao descrédito. Etc, etc, etc...
Tenham medo, tenham muito medo!
Tem razão a drª BB. O nosso primeiro está a ser licencioso.
Mas a mim parece-me que a coisa é um pouquito mais confrangedora. O senhor está com 'cagufes' e quer que todos nós nos borremos de medo.
Temos soldados lá longe, no Islão. Precisamos de ser responsáveis com as caricaturas para não irritar os senhores do Islão, não vão eles bater nos nossos valorosos soldados ou queimar os novos equipamentos de Scolari.
E se eles se lembram de vir para cá pôr bombas? Isso então é que era uma chatice.
Quietos, caladinhos no nosso canto é que nós estamos bem. Eles julgam que isto faz parte de Espanha e em Espanha eles gostam de pôr bombas é em Madrid. Não se metam com eles. Tenham medo, tenham muito medo!
Mas a mim parece-me que a coisa é um pouquito mais confrangedora. O senhor está com 'cagufes' e quer que todos nós nos borremos de medo.
Temos soldados lá longe, no Islão. Precisamos de ser responsáveis com as caricaturas para não irritar os senhores do Islão, não vão eles bater nos nossos valorosos soldados ou queimar os novos equipamentos de Scolari.
E se eles se lembram de vir para cá pôr bombas? Isso então é que era uma chatice.
Quietos, caladinhos no nosso canto é que nós estamos bem. Eles julgam que isto faz parte de Espanha e em Espanha eles gostam de pôr bombas é em Madrid. Não se metam com eles. Tenham medo, tenham muito medo!
Licenciosidade
José Sócrates falou finalmente sobre o caso dos cartoons. Para defender a posição tomada pelo MNE e lembrar que existem portugueses em missões de paz nos países islâmicos.
É isto que um primeiro-ministro tem para dizer?
Parece-me que o primeiro-ministro está a ser um bocadinho licencioso.
Entretanto, o PCP veio elogiar as declarações de Freitas do Amaral, dizendo que "são bem vindas declarações, atitudes e iniciativas que visem travar a escalada de confronto em que forças racistas, obscurantistas e de extrema-direita estão apostadas". Pois são. Mas não é isso que está em causa. Ou os jornalistas dinamarqueses são forças racistas, obscurantistas e de extrema-direita?
Parece-me que o PCP está a ser um bocadinho licencioso.
[re-edit]
É isto que um primeiro-ministro tem para dizer?
Parece-me que o primeiro-ministro está a ser um bocadinho licencioso.
Entretanto, o PCP veio elogiar as declarações de Freitas do Amaral, dizendo que "são bem vindas declarações, atitudes e iniciativas que visem travar a escalada de confronto em que forças racistas, obscurantistas e de extrema-direita estão apostadas". Pois são. Mas não é isso que está em causa. Ou os jornalistas dinamarqueses são forças racistas, obscurantistas e de extrema-direita?
Parece-me que o PCP está a ser um bocadinho licencioso.
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Dúvida muito mais importante que o envelope 9
Dizem-me aqui que o Governo vai impedir a importação de penas não tratadas para serem incluídas nos edredons. Mas, assim sendo, a malta aquece como?
Só uma perguntinha
Mas é assim tão mau a PJ ir a um jornal? Cá por mim, se quiserem, podem vir aqui buscar os computadores. Mas levem todos, tá bem? Que não sobre nenhum para eu poder ir ler uns livros para a esplanada.
Um Estado policial
A última. Fresquinha.
Um repórter fotográfico do DN também subiu ao quinto andar para registar o momento, a polícia não esteve pelos ajustes. Notificou o jornalista. Devem pensar que a publicação destas fotos impede o normal desenrolar das investigações. Só querem intimidar. Mais nada!
Um repórter fotográfico do DN também subiu ao quinto andar para registar o momento, a polícia não esteve pelos ajustes. Notificou o jornalista. Devem pensar que a publicação destas fotos impede o normal desenrolar das investigações. Só querem intimidar. Mais nada!
Querem meter-nos na ordem!
A cena, ao que me contam, parecia um filme de acção. Filme tipo B. Uns polícias chegam ao edificio do DN, onde o 24 Horas está instalado, e correm tudo a proibições. Ninguém fala ao telefone, ninguém mexe no computador, ninguém respira.O tom intimidatório foi de tal ordem que no jornal todos acreditam estar sob escuta. Os leitores telefonam e, só pode ser a gozar a PJ, identicam-se com número de BI e tudo. O ministro queria urgência na investigação, o Ministério Público e a PJ respondem, mais de um mês depois da manchete, com uma busca, é melhor chamar-lhe um raide intimidatório, a uma redacção. Eu subi e vi: os jornalistas do 24 Horas todos arrumados a um cantinho por ordem da polícia. É preciso que nos metam na ordem, mas já agora convinha que fosse uma Ordem que nos defenda.
Os jornalistas precisam de uma Ordem
Parece-me que voltou a ser tempo de discutir a existência de uma Ordem dos Jornalistas.Seja porque o sindicato há muito que não representa os interesses da classe, seja porque a cada dia que passa mais se percebe que tem de haver regras claras no exercicio do jornalismo e alguém que garanta que elas são cumpridas. Deixar tudo como está é, na minha opinião, deixar que os jornalistas sejam controlados pelo lado de fora.Voltarei ao assunto na expectativa de conseguir lançar o debate nos blogs, pelo menos entre os blogs que são maioritariamente feitos por jornalistas. Os outros também são bem vindos ao debate.
Lido
"Cavaco não tem o dom da palavra, não é uma figura que eu presuma que o sexo oposto entenda que é extremamente sedutor, mas é um homem sério".
Rui Machete, ao Diário Económico.
Rui Machete, ao Diário Económico.
A sina de Mendes

É um político experiente, resistente e as recentes vitórias eleitorais ajudam. Mas não tem a vida facilitada. Marques Mendes, um verdadeiro social-democrata, lidera a oposição a um governo maioritário do Partido Socialista. José Sócrates, o adversário que vem da ala mais à direita do PS, tem tido um desempenho seguro como primeiro-ministro (basta ler os mais recentes estudos de opinião). Na Presidência vai estar Cavaco que protegerá o Governo sempre que este mantiver o rumo - o que, traços gerais, tem acontecido.
Há ainda o PSD, um partido catch-all, que não perdoa a falta de uma via verde de acesso ao poder. Enquanto isso, santanistas estão (como sempre...) por aí, menezistas enchem o peito como podem e barrosistas não morrem de amores pelo líder. A terceira via estacionou na garagem do Palácio de Belém até que um novo "raid" se justifique. A bancada parlamentar prova, dossier atrás de dossier, que não se fazem omoletas sem ovos. Chegará Mendes a S. Bento com tanto obstáculo no caminho?
Durão Barroso disse a Guterres, à época ainda em alta nas sondagens, que um dia seria primeiro-ministro: só não sabia era quando. E acrescentou que, apesar de Guterres ter sido um melhor líder da oposição, ele daria um melhor primeiro-ministro. "Como? Só não sabe é quando?!", clamaram jornais e opinion makers. Para Durão foi só uma questão de tempo. E para Mendes? Depende do seu desempenho, coragem de enfrentar um governo em alta e capacidade de controlo de um partido partido. Longe vão os tempos em que uma leitura das estrelas dava acesso ao poder. O país agradece.
14 fevereiro 2006
D.Pedro, o Correia
Tenho andado a ler o http://corta-fitas.blogspot.com/. O Pedro escreve posts curtos, mas com muita piada. São pequenas setas de veneno que só fazem bem a quem apanha com elas. A análise fina já tem lugar cativo na blogosfera. Vale a pena passar por lá.
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