06 janeiro 2009

Nota dez

Apenas dois pontos negativos para Sócrates, durante uma hora de entrevista. A ligeireza com que falou da divergência com o Presidente da República e o contornar do grave problema do endividamento externo. Poucos? Sim, mas decisivos para o futuro.

2 comentários:

A Presença das Formigas disse...

O Aristes já está a fazer planos:
Mostrar o gato, exibir o cão, e como criar o seu negócio e ser feliz para o resto da vida.

Anónimo disse...

... pois é, mas não deixa de ser espantosa (no sentido literal da palavra) a forma como durante toda a entrevista o PM mantém a teoria de que a-crise-é-maior-do-que-nós-pensávamos-na-altura-em-que-cozinhámos-o-Orçamento. O mesmo PM que, ao longo do ano, passou a vida a dizer que a economia portuguesa estava a resistir qual barra de ferro - isto na mesma altura em que qualquer empresário já sentia HÁ MESES na pele os efeitos da travagem.

...ou como o PM diz que TODO o investimento público que estiver ao seu alcance é para avançar ("estão lá [no site] os estudos [custo/benefício]", "se calhar [Ricardo Costa] vai querer pôr em causa a credibilidade da Universidade de Coimbra... [E PORQUE NÃO??, pergunto eu]"

... ou, por fim, quando não consegue explicar de forma clara quais são os sectores e as empresas que o Governo pode (ou melhor, quer) "salvar". É pelo peso nas exportações? Pelo número de empregos? Pelo grau de inovação? Pelas ligações ao Governo?

De resto, foi o same old, same old Sócrates! (o Ricardo Costa é que estava à solta! - terá tomado esteróides antes de entrar na arena?)

Um abraço,
BFL